Vivagreen

Orgânicos

Brasilienses criam plataforma virtual para vender alimentos saudáveis

02 de setembro, 2015

Produtos são vendidos direto dos produtores e selecionados por nutricionistas. A “Horta na Porta” deve ser lançada em Brasília em 2016

“Nosso diferencial é unir a qualidade e o produto fresco sem um intermediador, direto para a casa do cliente”. A frase resume o objetivo das brasilienses Thágrid Rocha, de 34 anos, e Paula Rodrigues, 27, ao criarem a startup Horta na Porta. Com a previsão de abrir na capital no ano que vem, o projeto surgiu para suprir a demanda de clientes que desejam consumir frutas e verduras frescas de qualidade, mas que não têm tempo de ir a um supermercado ou feira para comprar. Em apenas 54 horas de trabalho, a dupla, com a ajuda de outras seis pessoas, criou um modelo de negócio e conquistou o primeiro lugar no Startup Weekend Londrina, maior evento mundial de startups. A previsão para começar a funcionar na cidade é em setembro.

Nutricionistas e sócias, Thágrid e Paula se preocupam com a alimentação saudável e a qualidade dos alimentos. Mas isso foi só a cereja do bolo. A ideia surgiu mesmo com a vontade de empreender e criar soluções para os problemas das pessoas. “Conhecemos, antes do evento, empreendedoras que criaram aplicativos. Ficamos encantadas com o fato de ajudar os outros com a própria criação”, explica Thágrid. Na plataforma do Horta na Porta, o cliente tem duas opções: selecionar uma cesta já montada com frutas e verduras com várias opções de orgânicos e em diferentes quantidades, ou montar sua própria cesta. Além disso, pode haver uma assinatura, com dias e frequências definidos para a entrega. “Mexemos com alimentos que estragam fácil. Por isso, há a opção de assinatura. Não é mais preciso fazer uma compra por semana e deixar as frutas estragarem”, acrescenta.

Para criar o modelo de negócios, a dupla fez uma pesquisa em feiras, supermercados e shoppings para observar a queixa das pessoas. Muitas, segundo Thágrid, eram sobre falta de tempo para se deslocarem até o local e escolherem os alimentos. “Vimos a necessidade de um mercado virtual, que pudéssemos levar até a casa da pessoa produtos frescos, que sairiam direto do produtor e selecionados por nutricionistas. A maioria dos alimentos são orgânicos, ou seja, mais saudáveis”, finaliza. O mercado de produtos saudáveis brasileiro é o quarto maior do mundo e movimenta US$ 35 bilhões ao ano.

Correio Braziliense

Os comentários estão desativados.

Tweets

Vivagreen

Principais posts

Telha ecológica feita com papel e papelão
Construção do ultra-sustentável Estádio Mercedes Benz em Atlanta
Água em pó chega às prateleiras de todo o mundo
As 10 melhores e piores empresas em sustentabilidade corporativa, segundo os brasileiros
Benefícios da moringa oleífera: superalimento contra a desnutrição
A incrível história do Ipê Amarelo que não queria ser poste
Plástico reciclado vira tijolo
Moringa Oleifera, Um Milagre da natureza
Abrigo nos EUA ensina moradores de rua sobre agricultura urbana sustentável
Conheça 11 brechós online para comprar, vender e economizar sem sair de casa