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No Centro-Oeste é tempo, principalmente, de preparar a terra para o plantio, devido à chegada das chuvas.

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Hortaliças, milho e feijão são os destaques da colheita neste segundo semestre na região Centro-Oeste. Mas é tempo, principalmente, de preparar a terra para o plantio, devido à chegada das chuvas. O departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural da Emater/GO alerta para alguns cuidados. Como, por exemplo, verificar se as informações da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) estão em dia, caso o agricultor familiar precise acessar alguma linha de crédito.

Outra recomendação é procurar um extensionista antes de iniciar o plantio. É o profissional quem irá avaliar a propriedade e dar todas as orientações para a escolha da cultura ideal para aquela localidade. “É importantíssimo que o produtor rural, independentemente do tamanho, procure um assessoramento técnico”, destaca o diretor de Assistência Técnica e Extensão Rural da Emater/GO, Antelmo Teixeira Alves,
Entre os serviços prestados por ele está a análise do solo. “É a primeira coisa que deve ser feita, pois se alguma correção tiver que ser feita, nós damos todas as orientações necessárias ao agricultor familiar para que ele tenha êxito na safra”, explica Teixeira.

Ater

De acordo com o técnico, o assessoramento deve ser planejado, contínuo e envolver quatro pilares:
* Comportamental: que tem o envolvimento da família, respeito e ênfase ao conhecimento e valores;
* Cooperação: que tem o objetivo de promover interação com mais pessoas da comunidade por afinidade de vizinhança, família ou produtos;
* Planejamento: cada propriedade tem uma realidade e necessita de tratamento específico e acompanhamento de resultados;
* Tecnologia: que envolve o novo, o conhecimento, a capacitação continuada e a conexão com o moderno e competitivo.

Segundo Antelmo Teixeira Alves, no caso dos serviços públicos de Ater, deve-se encontrar a metodologia adequada ao envolvimento das famílias rurais, para que elas percebam a relevância da assistência. “A assistência técnica é importante para que os agricultores possam caminhar para sua autonomia, para que, em algum momento, tenha a convicção de que parte da renda poderá ser reinvestida em assessoramento técnico”, acrescenta.

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Via Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário por Adolfo Brito 
Assessoria de Comunicação

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