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Dona de uma plataforma onde são carregadas mais de 400 horas de conteúdos multimédia a cada minuto e do maior motor de busca do mundo, a Google não deve ter uma “conta de eletricidade” pequena no fim do mês.
 Em 2015, a gigante tecnológica já recebia 44% de toda a sua energia elétrica de fontes solares e eólicas.

Agora, Urs Hölzle, numa publicação no blog oficial, refere que a Google prevê que, já no próximo ano, conseguirá alimentar os seus escritórios e centros de dados, a nível global – que abarcam cerca de 60.000 funcionários –, com energia 100% renovável.

O vice-presidente da divisão de infraestruturas técnicas afirma que a Google é a corporação que mais compra eletricidade gerada pelo vento e pelo sol, à escala mundial.

Sublinhando que, desde 2016, os custos das energias eólica e solar caíram, respetivamente, 60% e 80%, explica que as despesas com eletricidade são grande parte da lista de gastos dos centros de dados. Desta forma, a dependência de uma fonte energética cujos preços não sofrem grandes flutuações, diz Hölzle, é uma alternativa mais atrativa.

No entanto, parece que os planos da Google em matéria de “energia limpa” não se ficam pelo sol nem pelo vento. De acordo com a mensagem publicada, a empresa está a explorar outras opções de energia renovável, disponível “todas as horas de todos dos dias”, dizendo que “o vento não sopra 24 horas por dia”.

Citando um executivo não identificado da Google, o The Guardian escreve que a empresa tecnológica não exclui a possibilidade de, um dia mais tarde, vir a utilizar energia nuclear para potenciar os seus servidores e instalações.

Sapotek

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