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Floresta recém plantada em junho de 2015.

pocket-forest-ricardo-cardim-janeiro-de-2016A mesma floresta 7 meses depois!

Nossa metodologia de restauração florestal “Pocket Forest” que copia a dinâmica natural das capoeiras da Mata Atlântica e sua competitividade, permite a criação inédita de pequenos trechos do bioma na escala urbana em grande velocidade de crescimento e diversidade espécies.

Nos sete meses da implantação trechos das fotografias acima, além do intenso ganho de biomassa e serviços ambientais, o espaço trouxe abrigo e alimento para a avifauna da região, que já recompensou  o espaço com sementes de muitas plantas nativas de outras matas, como trepadeiras e arbustos de sub bosque.

Nós, do Árvores de São Paulo, acreditamos que essas “florestas de bolso” são um excelente caminho para a reintrodução da Mata Atlântica nas metrópoles em diferentes escalas urbanas e a geração de serviços ambientais relevantes como a diminuição das ilhas de calor, produção de água, aumento da umidade do ar, filtragem de poeiras e gases tóxicos, bloqueio da poluição sonora, abrigo da fauna e biodiversidade nativa, educação ambiental e lazer para os cidadãos.

Via  Árvores de São Paulo por Ricardo Cardim

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