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Na Tailândia, aviões que antes eram usados para atirar minas terrestres no solo, agora servem para “bombardear” o país com sementes. O objetivo do projeto é recuperar as florestas e combater o desmatamento.

Na primeira missão, os aviões da Força Aérea Real da Tailândia despejaram milhares de sementes sobre uma reserva natural em Phitsanulok. A partir disso, a previsão é que as plantas cresçam em aproximadamente um ano, com uma taxa de sucesso em torno de 70%.

Por dia, cerca de 900 mil árvores são plantadas usando os aviões militares.
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Para isso, as sementes são colocadas em uma espécie de caixa de metal pontiaguda, o que permite que elas se enterrem no solo como se fossem plantadas à mão.

Em cada cápsula, há sementes, fertilizantes e um material capaz de absorver água da chuva.

A iniciativa, além de combater o desmatamento no país, dá uma nova função aos aviões C-130, que foram abandonados após um acordo internacional definir o término do uso de minas terrestres.

Desenvolvido pelo piloto Jack Walters, da Força Aérea Real Britânica, o método de reflorestamento aéreo só foi colocado em prática pela companhia norte-americana Lockheed Martin.

O primeiro uso desta técnica foi registrado em 1930 para recuperar áreas florestais que haviam sofrido com incêndios no Havaí (EUA).

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Um comentário

  • Yara Duarte disse:

    No Brasil tudo é avessa, enquanto se tenta preservar floretas florestas e aumentar o verde na Tailândia e em outros Países, com todo o nosso apoio,a qui não se tem, nesse sentido. nenhum programa coerente para as áreas urbanas ou se tem não é cumprido na sua integra como, por exemplo; as árvores plantadas não sofrem poda das Prefeituras e nem qualquer outro tipo de tratamento, possivelmente, uma grande maioria delas já estejam com cupins. O sentido de beleza e utilidade que elas devem ter nos centros urbanos caem por terra quando plantadas nos arredores desses centros a população reevidica a sua poda e tratamento e as prefeituras se utilizam da Lei para sair pela tangente, mas não se utiliza da mesma para cumprir o seu papel nesse sentido, expondo tanto a população como as construções a riscos .
    O que fazer?